A utilização de um Sistema de Informação Geográfica não é um fim em si, mas um meio para produzir informação que as organizações utilizam na sua gestão, tomada de decisões e planeamento.

O evento de saúde não ocorre de forma isolada, sem conexão direta com aspectos sociais, demográficos, sanitários, populacionais e clínicos. Justifica-se a elaboração de uma base de dados onde se possa verificar de forma sistemática a “rastreabilidade” do evento de saúde.
Um SIG Epidemiologia combina as funcionalidades de um Sistema de Informação Geográfica com alguns dados provenientes das bases de dados de sistemas de informação na saúde, potenciando a análise dos dados registrados.
Ao dar perspectiva geográfica aos dados recolhidos, obtêm-se análises que permitem observar padrões num mapa, analisar tendências de evolução no tempo e com isto tirar conclusões fundamentadas que apoiarão a tomada de decisões.
A implementação de processos de apoio à decisão no sector agrícola, tem vindo a exigir a utilização de SIG. Os Sistemas de Informação Geográfica permitem actualmente a gestão integrada do território agrícola, unificando dados de diversas origens como a informação cartográfica, topográfica, planos condicionantes e a interligação com outras áreas, como a comercial e financeira.
Com a integração desta informação, é possível efectuar análises que melhorem a produção e a sustentabilidade das culturas, tais como:
Permite modernizar o serviço prestado ao Cidadão/Munícipe automatizando o processo de impressão de plantas de localização, utilizadas na instrução dos processos de obras, loteamentos, demolições, etc..
Além da centralização de informação, que pode estar disponível em diversos departamentos municipais, acrescenta celeridade e rigor do processo.
Tratando-se de uma plataforma web, é possível o acesso para consulta pública das plantas, democratizando o acesso à informação.
Mais de 80 % da informação gerida pela administração local tem uma componente geográfica marcante.
Para uma correcta gestão dos recursos existentes e compreensão das carências no território, é fundamental a utilização de ferramentas SIG que garantam consulta e análise da informação georreferênciada.
Um mapa de Risco de Incêndio Florestal apoia o planeamento de medidas de prevenção aos fogos florestais e a optimização dos recursos e infra‑estruturas disponíveis para a sua defesa e combate.
Recorrendo a um modelo de variáveis fisiografias, este mapa explica de forma mais relevante a variabilidade espacial do risco de incêndio florestal.
Um SIG disponibiliza aos gabinetes florestais uma ferramenta que implementa o modelo conceptual de risco, por forma a automatizar o cálculo dos mapas de probabilidade, susceptibilidade e perigosidade, auxiliando assim o cálculo do mapa final de risco de incêndio florestal.
As mesmas ferramentas podes ser utilizadas na obtenção de mapas de risco de cheias, enxurradas, ou outras catástrofes naturais.
A análise de informação sob a forma de mapas tem como principal vantagem um aumento substancial de eficácia na tomada de decisões, uma vez que possibilita uma análise mais rápida, intuitiva e prática de informação complexa.
Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) permitem trabalhar com várias camadas de informação em simultâneo e agregar espacialmente dados que normalmente estão dispostos separadamente em formatos tabulares.
As empresas devem procurar respostas a questões e problemas relacionados com localização, padrões e tendências, como por exemplo: